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OLÁ 2009

ano-novo-2009

É, começou 2009, estou super animado. Não sei por que. Talvez porque a virada tenha sido divertida, em um barzinho com meu irmão e minha cunhada, tomando cerveja e ouvindo rock’n'roll ou talvez porque todo ano ímpar parece melhor pra mim. Pelo menos tem sido assim. E esse ano já começou recheado de decisões que tornarão meu futuro meio incerto.

Estou mudando de cidade, vou sair da velha e imutável Lages para ir morar em uma cidade bem menor, porém parece ser mais animada, que atende pelo nome de Timbó. E se não concretizar-se mais animada, estarei a vinte minutos de Blumenau, que com certeza é mais animada.

Vou ter que encontrar um emprego novo também. Tenho umas ofertas já, mas eu queria mesmo é trabalhar com alguma coisa mais intelectual, mais ligada a cultura, entende? Mas eu preciso de dinheiro, então se não achar nada até mês que vem, vou pra qualquer lugar.

Tenho que decidir se vou estudar ou não. Como não passei na UFSC, mesmo fazendo uma pontuação razoável e digna de uma décima segunda chamada, não fiz os 4,0 pontos necessários em Literatura, então vou tentar conseguir uma bolsa na Furb, aí não preciso ir morar fora por enquanto. Se eu não conseguir a bolsa, talvez faça um cursinho. Ou não.

E falando em fazer faculdade, decidi que vou largar a engenharia e apostar no curso de arquitetura e urbanismo. Acho que tomei essa decisão porque apesar de ser bom com cálculos, sempre quis fazer algo mais ligado a arte e cultura, tal como cinema ou música. Mas este é um ponto em que minha mãe não compactua comigo. Então após um pouco de reflexão e pensamentos desaçaimados, resolvi apostar um pouco na incerteza e fazer algo mais ligado a minha idéia inicial.

Mas enfim, isso tudo há de se resolver. E enquanto não se resolve eu vou perscrutando o futuro, desmontando as coisas e colocando tudo em caixas devidamente identificadas para a mudança. O que tem sido muito cansativo, nostálgico e um pouco melancólico.

Aquele abraço amigo leitor. Um bom 2009 para todos,

Luís.

PEQUENAS COISAS

É incrível como a alegria realmente está nas coisas simples da vida. Quarta-feira (17) cheguei em casa de madrugada e meu irmão estava vendo televisão, aí ele falou:

- To indo pra Palmitos com o Fer amanhã. Ta afim?

Explicando rapidamente, meu irmão não mora comigo, ele mora em Palmitos/SC com dois amigos, o Fernando, que também é daqui de Lages/SC, onde eu moro, e o Diego, de Santa Maria/RS. Eu conheço os dois e somos bem amigos. Eles fazem enfermagem na Udesc e estavam indo para a formatura de uma turma de amigos e para levar alguns documentos a respeito de estágios que farão em janeiro. Eu sempre sou parceiro para sair de Lages e, para deixar o tédio que estava presente, respondi:

- Vamos sim, com certeza!

Saímos quinta às 10h30, e tínhamos que fazer umas paradas para deixar os documentos de estágio deles. Tivemos alguns contratempos e ficamos quase oito horas dentro do carro, mas às 22h00 chegamos a nosso destino, mortos, foi só comer e dormir. No outro dia acordamos ao meio dia, fomos almoçar na casa de uma amiga dos guris e para à tarde compramos umas garrafas de cerveja.

É aí que começou a ficar realmente divertido. Sentamos na calçada em frente à casa deles e começamos a beber e tocar violão. Cerveja vai, cerveja vem, um meia-lua perdido surge por lá, e relembrávamos o bom do rock, cantando Beatles, ou lembrávamos a cultura gaúcha nos versos de “Castelhana” ou, lembrávamos ainda, do rock e da tradição gaúcha com um bom e velho TNT. Foi sem dúvidas uma das coisas mais divertidas que fiz nos últimos tempos, mesmo sendo algo simples, me deixou realmente muito feliz. É nessas horas que vemos como as coisas pequenas, mas na companhia de bons amigos, e umas garrafas de cerveja (of course), é o que nos deixa bem. À noite fomos ao baile de formatura e foi outra diversão. Acordamos no outro dia e viemos embora.

Esse final de ano eu tenho que aproveitar a falta de responsabilidades e deixar minha vida noctívaga mais ativa.

Boa semana para todos e até mais ver,

Luís.

COM SORTE, UM!

Quem eu quero não me quer, e quem me quer não me interessa. Essa é a minha resposta - e de muita gente, acredito – quando alguém pergunta “por que você está sozinho?”.

Mas, parando pra pensar, quantos grandes amores você pode ter na vida? Desses de conhecer sua alma gêmea de uma forma inusitada, como acontece nos filmes?

- Se você tiver sorte, um.

Mas como assim um? Calma, tem toda uma filosofia por trás desta resposta que eu, após muito matutar, obtive.

Todos buscam o par perfeito. Aquela menina que goste do que tu gosta, que seja como você sempre sonhou e que tome cerveja e pule contigo na primeira fila do show da Cachorro Grande ou do Matanza. Porém todos sabem que as chances de encontrar este par não são muito altas, e se encontrar, as chances de rolar algo são menores ainda.

Muitas pessoas que você encontra no dia-a-dia até podem ser este par ideal. Observe:

Quantos brotos que cruzam com você na rua, que lá de longe já são visualizados, e poderiam dar este ótimo par. Mas o máximo que acontece é uma troca de olhares, talvez um sorriso, e pronto, você nunca mais verá a pessoa na vida. É como se fosse uma conspiração universal contra você.

Ou então quando você avista a pessoa, se aproxima, começa a conversar, se apaixona instantaneamente, porém como o universo conspira contra você, cinco minutos depois chega o namorado, o noivo ou, no pior caso, o marido? Aí duas coisas podem acontecer: o cara ser seu amigo e, por acaso, se eles terminarem, você terá que apoiá-lo e não poderá se aproximar da ex. Ou o cara ser um completo desconhecido e, por educação, você vai embora e nunca mais vê nenhum dos dois.

Ainda tem o caso de você realmente conhecer alguém interessante e que esteja sozinha. Provavelmente ela vai estar a vários quilômetros de distância. Se ela estiver perto, você irá demonstrar interesse demais e assustá-la ou, vai ficar receoso e, não irá demonstrar interesse. Aí vocês provavelmente virem amigos e acaba por aí.

Mas se você tiver sorte, em uma destas ocasiões o universo se esquecerá de conspirar contra você. Aí você conhece alguém interessante, e vive um grande amor. Mas se isto não acontecer, você conhecerá alguém legal e acabará casando do mesmo jeito. Porém, neste caso, não será uma coisa de cinema.

Enfim, que nós encontremos o nosso e vivamos felizes!

Abraços,

Luís.

 

SALVE A ALEGRIA

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Então, sendo objetivo e respondendo meus posts anteriores, como fui no vestibular? Fui mal. Muito mal. Mal mesmo! Mas é só o primeiro e ninguém passa em alguma Universidade Federal no primeiro vestibular. Ta, alguns passam, mas é sorte ou a falta de vida social, ou são muito inteligentes mesmo. Mas mesmo assim não estou triste, um pouco decepcionado comigo, mas nada muito profundo.

O importante agora é pensar nas férias, todas as festividades, a união da família, mesmo sem saber o que vou fazer da vida ao certo ano que vem, salve a alegria. Provavelmente devo ir morar em Timbó, do ladinho de Blumenau, encontrar um emprego, fazer um cursinho, passar na Udesc no meio do ano, ir morar em Joinville, tentar novamente passar na UFSC fim do ano e aquela história toda, mas ano que vem vejo o que acontece. Agora é hora de pensar na praia. Ok, não gosto de praia, mas como todo mundo vai estar lá, eu também pretendo estar.

O Flamengo perdeu na última rodada, não foi pra libertadores, mas o Inter é campeão de TUDO, então foi um ano agradável para mim no futebol, ainda mais que o Vasco foi rebaixado. Só para explicar, minha família toda é vascaína. Aí como um bom membro dessa família, virei flamenguista, óbvio, já quando criança. Com o passar do tempo,  também virei colorado, porque o Internacional é um time que me cativa.

Hoje eu e meu irmão montamos o pinheirinho de natal aqui em casa, um pouco atrasados. Talvez porque o fim do ano chegou rápido demais. Só ontem acabaram minhas aulas, passei direto, claro, mas como não vou passar no vestibular é estranho, ano que vem não vou estudar. Mintira, vou sim, mas não pra passar de ano. Mas também só vou pensar em estudos no começo de fevereiro, até lá, estou de férias.

Enfim, creio que vou ficar em casa até o dia 20/12 e só depois devo viajar para algum lugar, até lá dou notícias.

Abraços pra todos, e reflitam nesse tempo de natal. Ou não.

Luís.

p.s.: Deveria ir crase no título do meu post?

CARACA, É AMANHÃ!

Nossa, já é amanhã. Não parece que já faz meio ano que decidi que queria fazer engenharia civil. Parece que foi ontem que eu paguei a inscrição do vestibular e larguei o emprego pra estudar. Mas sim, já é amanhã!

Essa semana eu estudei tudo que podia, mas mesmo assim sinto que faltou muita coisa. Mas agora não dá mais tempo, só resta torcer pra que caia tudo que eu estudei e não caia nada que não sei.

Acho que a ficha ta começando a cair só agora, ontem a noite pra ser mais exato. Eu estava super tranquilo até deitar ontem, mas quando deitei, comecei a sentir a pressão – caraca, é amanhã! Fiquei pensando como ia ser divertido se eu passar. Ir morar em outra cidade, sozinho e estudar em uma universidade federal, vai ser super, pensei tanto em tanta coisa que nem vi a hora que adormeci.

Hoje acordei, fiz o almoço e para ocupar a cabeça, fui trabalhar na horta aqui em casa. Arranquei uns matos, replantei umas plantas, colhi o que tava no ponto e, assim foi minha tarde. To super cansado, o que é bom, porque aí eu deito e logo durmo.

Amanhã quero acordar cedo, ver todos os jornais que puder e hoje ainda quero dar uma olhada nos resumos dos livros. Enfim, amanhã, se eu conseguir, eu faço um post dizendo como foi a primeira prova.

Abraços,

Luís.

ÚLTIMA SEMANA

Final de semana fizemos um show em benefício das pessoas atingidas pelas enchentes e foi super divertido. Até apareci na televisão! Isso foi no sábado, de meio dia, e à noite, íamos tocar em uma festa, íamos, se a pessoa que nos contratou não tivesse esquecido de fechar contrato com a rapaziada do som. Enfim, coisas que acontecem.

Essa é a última semana antes do vestibular. To só estudando, tenho que revisar os livros para a prova de literatura e quero ver se olho todas as outras matérias também. Então, se você não me ver até quarta, não estranhe. Vou estar me dedicando às provas.

To escevendo isso só pra fazer esses comunicados e atualizar aqui.

Enfim, boa sorte pra mim e semana que vem digo como eu fui.

Abraços, Luís.

NÃO ENTRE EM PÂNICO

Terça-feira (24) estava levando minha irmã no médico e passei em frente a um Sebo, e eis que na vitrina estava um mito: “O Guia do Mochileiro das Galáxias” do Douglas Adams. Claro, sem pestanejar, entrei, olhei, chequei minha carteira e comprei! Uma alegria, na verdade uma dupla alegria, por agora possuir um clássico em casa, e pelo preço que peguei por um livro quase novo!

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“É um fato importante, e conhecido por todos, que as coisas nem sempre são o que parecem ser. Por exemplo, no planeta Terra os homens sempre se consideraram mais inteligentes que os golfinhos, porque haviam criado tanta coisa – a roda, Nova York, as guerras, etc. -, enquanto os golfinhos só sabiam nadar e se divertir. Porém, os golfinhos, por sua vez,
sempre se acharam muito mais inteligentes que os homens – exatamente pelos mesmos motivos”.
 

 

 

É, sem dúvida, um ótimo livro, um dos melhores que já li! O humor “britânico” sarcástico do autor me fez, por algumas vezes, parar de ler por desconforto, de tanto rir. Sempre com ótimas tiradas, e com personagens incríveis e, um tanto quanto estranhos, como um andróide maníaco-depressivo, ele faz críticas de forma inteligente. A leitura é tão boa, que quando comecei a ler fui até o fim, não consegui parar.

A única coisa me deixou realmente chateado no fim do livro, foi não ter o resto da coleção para continuar lendo, mas já liguei para a livraria e vi o valor do volume dois: “O Restaurante no Fim do Universo“. Agora é só juntar uns pilas pra comprar!

Amanhã vou assistir ao filme para ver se é bom igual ao livro. Mas não deve ser. Normalmente não é. Mas enfim, acho super legal visualizar o que li! hehe

Não deixe a terra sem ele!

Aquele abraço, leiam o livro, e até mais,

Luís.

ÓCIO CRIATIVO

Quase no fim dos meus 13 anos comecei a trabalhar em um escritório de advocacia, meu primeiro emprego. Eu era o faz tudo de todo mundo, na hierarquia eu ocupava a última posição, mas era praticamente a mesma coisa todos os dias, pegar processos, devolver processos, levar cartas no correio, pagar as contas do escritório e dos chefes, e mais algumas coisas. Quase quatro anos depois de entrar, pedi a conta. Isso foi a dois meses atrás, com o objetivo de estudar para passar no vestibular da UFSC, no mês que vem.

Agora, desempregado, fico em casa o dia todo. Estou estudando, mas não é esta a questão. Os primeiros dias em casa, não sabia bem o que fazer, era estranho não ter o que fazer. Então depois da primeira semana e de muito descanso, criei uma agenda para não ficar tão perdido. Programei o despertador para às 8h30 e estabeleci que pela manhã faria minhas tarefas escolares, o almoço, que ficou por minha conta já que sou o único que não sai de casa, e faria os deveres domésticos que minha mãe solicitasse. Depois do almoço, mais precisamente do descanso pós-almoço, era enfiar a cara nos livros até às 17h30, me arrumar, tomar café e ir à aula.

Depois desta história toda, vamos ao ponto: Ficar em casa me fez, ao que me parece, ficar mais criativo. Talvez a ausência de tantas responsabilidades que eu tinha no escritório que trabalhava deram espaço para pensar em coisas novas, ou talvez tempo para isso. O fato é que em minha nova agenda de afazeres, tem me sobrado um pouco (ou muito) tempo. E somado com toda essa criatividade despertada após pedir demissão, tem me trazido alguns resultados interessantes.

Por exemplo, sempre fui fã de artes, mas nunca fui um bom desenhista, tanto que a única matéria que fiquei em recuperação na vida foi justamente artes (pois na escola eles cobram que você desenhe bem, e não saiba a história dela). Mas a umas semana atrás pintei um quadro, e fiquei super satisfeito com o resultado. Está certo que não foi um desenho, foram só cores aplicadas a tela de forma abstrata, mas enfim, nunca tinha me passado pela cabeça fazer isso.

Voltei a tocar com uns amigos que tocava antes, mas tinha deixado a banda por falta de tempo, e agora está vingando, estamos com uma agenda bem jóia por ser uma banda recente. E é dela que eu tenho tirado uns pilas para meu sustento (leia-se festas). Não é exatamente o som que quero fazer (rock) mas temos feito uns medleys com canções de rock que tem sido a nossa marca, e mesmo assim o som ainda continua comercial e garante nossa agenda.

Também virei um leitor mais assíduo e comecei a estudar fotografia, que sempre fui fã, e tenho acompanhado de perto coisas que antes eu não tinha muito tempo para fazer. O ócio está sendo tão criativo que até virei blogueiro. Minha lista de links agora tem seis opções para você visitar, antes nem havia lista de links porque eu só tinha Orkut. (hehe)

Agora tenho medo de não passar no vestibular, pois se isso acontecer, ano que vem eu vou voltar a trabalhar, para pagar um cursinho, e talvez toda essa criatividade vá embora, ou não. Talvez ela sempre estivesse em mim, e eu procrastinava tudo isso com a desculpa de não ter tempo.

Abraços e boa semana pra todos,

Luís.

escrever

Essa é minha primeira dúvida no momento. Sempre quis ter um blog, agora que o tenho, tenho dúvidas do que escrever para começar. Poderia falar sobre o que tratarei nele, mas ainda não disponho desta informação, como você pode ler na descrição, esse é só mais um blog sobre qualquer coisa que eu queira. Poderia falar sobre mim, como sou, mas aí valeria mais você visitar meu orkut; Sobre o que gosto de ouvir, mas aí valeira uma visita ao meu last.fm; Ou sobre o que gosto de escrever, mas aí voltaríamos para a frase anterior. Ou não! Contudo, vamos adiante.

Então surge a segunda dúvida, por que fazer um blog sem saber o que escrever? Para essa tenho uma resposta, porque aí que fica divertido, fica despretensioso e talvez com o tempo isto responda a primeira questão.

Enfim, agora que tenho a prancha, entrei no mar e peguei a onda, só resta esperar para ver se vou dropar ou levar o caixote. (bonito isso! hehe).

Abraços e passem aqui denovo,

Luís.

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